sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Inovações que mudaram o mundo


Qual foi a maior inovação da humanidade? A roda? A linguagem? O domínio do fogo? A família? E a maior novidade contemporânea? Algum produto da Apple começado com i, algum serviço G do Google, a própria internet? Ou seria a robótica? A genética? São questões difíceis. Talvez não haja resposta definitiva para elas. Nesta edição comemorativa, ÉPOCA se propôs um desafio ambicioso: enumerar as 800 inovações mais significativas de todos os tempos. A empreitada, de certa forma, é uma consequência natural da própria história da revista. Nas últimas 800 semanas, desde a primeira edição de ÉPOCA, captar as novidades e trazê-las para o leitor tem sido uma de nossas missões essenciais. Desta vez, convidamos o leitor a participar, sugerindo inovações e votando pela internet. Algumas delas estão no conteúdo especial que chega às bancas e aos tablets neste fim de semana.



Os 9 perfis dos empreendedores brasileiros

Uma pesquisa realizada pela Endeavor identifica os perfis que compõem o panorama atual do empreendedorismo no país.


Desbravador, empolgado, provedor, apaixonado, antenado, independente, arrojado, pragmático, lutador.

Apenas esses adjetivos enumerados, desprovidos de contexto e significado, pouco tem a mostrar. Mas, quando vistos sob um prisma sócio-demográfico, sustentados por um conjunto de características, atitudes e expectativas, revelam os sujeitos altamente heterogêneos que compõem o panorama atual do empreendedorismo brasileiro.

Segmentados entre empreendedores formais, informais e potenciais, esses diferentes perfis são o foco da pesquisa Empreendedores Brasileiros: Perfis e Percepções 2013, realizada pela Endeavor Brasil com o apoio da Ibope Inteligência.

Para distinguir suas particularidades, ambições e dificuldades, o estudo realizou entrevistas com cerca de 3 mil brasileiros, entre proprietários de empresas, potenciais empreendedores e outros jovens e adultos que não pretendem abrir um negócio próprio.

A finalidade da segmentação, como ressaltou Amisha Miller, gerente da área de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor, é esclarecer a melhor forma de apoiar e desenvolver produtos e serviços direcionados a cada perfil.

“As organizações que se relacionam com empreendedores podem investir seu dinheiro de uma forma muito mais eficaz, criando produtos focados em grupos específicos e usando melhor os canais de comunicação para alcançá-los”, propõe. “Não podemos tratar os empreendedores (28% da população entre 16 e 64 anos) e os potenciais empreendedores (33% da mesma amostra) como um grupo padrão.”

O índice que mede o sucesso dos empreendedores, usado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), é o crescimento em número de funcionários e renda. Neste aspecto, a pesquisa mostra que apenas 4% da população brasileira é de empreendedores com funcionários - os mais desenvolvidos economicamente (sua renda pessoal é quase o dobro em comparação à renda do total de empreendedores) e com maior nível de escolaridade (24% deles completou o ensino superior, enquanto a média dos empreendedores brasileiros é de 16%).

Outro diferencial é que este grupo recorre a mais fontes de informação - como jornais, internet etc. - e busca mais treinamento e cursos na área.

Ainda assim, reconhece a pesquisa, independentemente do perfil do empreendedor, existe um grande déficit educacional a suprir. 

Entre os quatro maiores problemas enfrentados pelos empreendedores brasileiros, três estão ligados à falta de conhecimento, principalmente nos quesitos: gestão de pessoas, fluxo de caixa e como administrar um negócio. Soma-se a isso a informação de que muitos acreditam que o empreendedorismo é algo intrínseco às pessoas e, portanto, colocam o preparo em segundo plano.

Ao analisar as relações de empreendedores com associações de classe e instituições de empreendedorismo, o estudo mostra que, embora quase 100% dos proprietários de negócios formais conheça o Sebrae, por exemplo, apenas 46% deles já teve algum tipo de relacionamento com a instituição; entre os informais, a mesma taxa fica em 31%.

“Atualmente, muitos cursos para empreendedores tem foco nas empresas e não no empreendedor em si”, avalia Amisha. “Com isso, é mais difícil chamar a atenção do empreendedor: ele reconhece os cursos de empreendedorismo como um benefício para a empresa, mas não para ele, como pessoa ou líder. Acreditamos que esta é uma das razões pelas quais os empreendedores não recorram aos cursos, embora saibam da sua existência.”

Conheça algumas características e necessidades identificadas pela pesquisa no grupo de empreendedores formais:

Apaixonado: a maioria é mulher, entre 25 e 35 anos. Em geral, possui empresas nas áreas de saúde, estética e venda de acessórios. Enfrenta dificuldades burocráticas e falta de investimento. Poderia se beneficiar de cursos sobre acesso a capital, inovação e networking.

Antenado: geralmente é jovem e tem maior renda familiar. Enfrenta obstáculos de conhecimento e investimento. Demanda mentoring e coaching, além de ajuda com recursos humanos.

Independente: empreendedor mais maduro e estável. Não acessa muito a internet, portanto precisa de conteúdo por meio de revistas e ou jornais. Para resolver problemas financeiros, requer educação sobre linhas de financiamento e oportunidades de acesso a capital.

Arrojado: a maioria é composta por homens com maiores rendas pessoal e familiar. Para crescer, precisaria de ajuda sofisticada e mentoring /networking com especialistas para resolver problemas de conhecimento empresarial, obstáculos financeiros e pessoais.


ACESSE A PESQUISA COMPLETA E CONHEÇA MAIS SOBRE O PERFIL DOS EMPREENDEDORES BRASILEIROS:
FONTE: http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/as-diversas-faces-do-empreendedorismo-no-brasil

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

FEIRA DO EMPREENDEDOR 


Fonte: Sebrae AL
Empresas de pequeno porte têm programação especial na Feira do Empreendedor 2013

Encontros irão apresentar as soluções do Programa Sebrae Mais, focado nessa categoria de empreendimentos - ISIS CORREIA

Durante a Feira do Empreendedor, que será realizada de 09 a 12 de outubro, em Maceió, as empresas de pequeno porte (EPP) receberão tratamento especial e uma programação exclusiva. Nos quatro dias do evento, serão realizados Encontros Empresarias para EPP. Cada encontro irá abordar um tema específico.

São consideradas empresas de pequeno porte aquelas que possuem um faturamento anual entre R$360 mil e R$3,6 milhões. De acordo com Isabel Barcellos, gestora do programa Sebrae Mais pelo Sebrae Alagoas, a ideia dos encontros foi proporcionar um espaço de discussão entre empresários dessa categoria com o objetivo de eles conhecerem as soluções de gestão oferecidas pelo programa.

“Será um espaço diferenciado, um verdadeiro encontro de negócios. É a oportunidade de eles conhecerem estratégias, soluções e outras ações criadas pelo Sebrae Mais, especialmente para empresas que se encaixam nesse faturamento”, explicou Isabel.

Nos encontros, serão abordados assuntos referentes às áreas de organização de eventos, marketing e gestão financeira, como se tornar fornecedor do Sebrae, além de gestão de resíduos. Na programação também estão os lançamentos dos livros “Modos.K”, de Kátia Albuquerque; “Contos de Negócios”, de Carlos Aquiles; e da cartilha “Educação Financeira para uma Vida Melhor”.

Confraria do Empreendedor

O formato da confraria, já realizada todas as últimas terças-feiras de cada mês, no Boteco Praia, às 19h, será levado à Feira do Empreendedor 2013. Nos encontros empresariais para EPP, realizados no evento, o público poderá participar de duas Confrarias do Empreendedor, uma sobre gestão de resíduos e outra sobre o caso de sucesso da Nutrishop, empresa de Arapiraca.

Nas confrarias, serão discutidas e apresentadas, de forma dinâmica e interativa, as soluções do Sebrae Mais que foram implantadas em dois empreendimentos alagoanos, a fim de que sirvam de exemplo para outros empresários.

Para João Paulo Nascimento, empresário da Nutrishop, de Arapiraca, participar da Confraria do Empreendedor é a oportunidade de colocar sua empresa em destaque.

“Ser entrevistado na confraria e servir de exemplo para outros negócios é um reconhecimento dos nossos esforços, é a visibilidade de que precisamos e, acima de tudo, é a consequência de um bom suporte que recebemos dentro do Programa Sebrae Mais, que nos apresentou uma série de soluções a fim de melhorar a nossa empresa”, disse João Paulo.

Sebrae Mais

Quando a empresa cresce, muitas vezes, o empresário não consegue conciliar todas as novas atribuições exigidas para quem está à frente de um negócio. É preciso delegar tarefas, preparar-se para as novas exigências do mercado, ser competitivo, proporcionar um bom atendimento ao cliente, entre outras coisas. Por isso, o Sebrae criou o programa Sebrae Mais, que traz soluções práticas a serem aplicadas, imediatamente, no seu negócio.

O programa reúne diversas modalidades – consultoria individualizada por empresa, workshops, capacitações, palestras e soluções como: Estratégias Empresariais, Gestão da Inovação - Inovar para Competir, Plano de Marketing Avançado, Gestão Financeira - do Controle à Decisão, Encontros Empresariais, Empretec, Gestão da Qualidade e Ferramentas de Gestão Avançada.

Para participar da Feira

Os Encontros Empresariais para EPP serão realizados, primeiramente para convidados, na Feira do Empreendedor, no Centro de Convenções de Maceió. Mas as empresas que quiserem participar podem entrar em contato pelo número (82) 4009-1619 e solicitar sua participação. Porém, as vagas são limitadas! Confira a programação completa da Feira do Empreendedor no site www.al.sebrae.com.br.
FESTIVAL DE EMPREENDEDORISMO
FESTEMP


O Festival é o maior acontecimento de empreendedorismo do Brasil realizado pelo SENAI e FIESP. Ele reúne anualmente startups, empreendedores, executivos, universitários, free lancers, pesquisadores, nerds para formação de novos líderes globais e experimentação da cultura empreendedora pensando no futuro dos negócios nos próximos anos.

Ao longo de 2 dias e 48 horas sem parar, arena de aceleração, hackathon, palestras, gincanas empreendedoras, mentorias, concurso de investimento anjo, networking e rodadas de negócios fazem parte desta imersão experiencial única transformando em um ponto de encontro de empreendedores que querem fazer acontecer e a diferença positiva. Inspirar, Idealizar, Criar, Compartilhar, Inovar, Reinventar e Transformar são as palavras chaves do evento.

O Festival será realizado nos dias 25 e 26 de Setembro de 2013 das 08h00 às 21h00 no Pavilhão de Exposições do Anhembi Parque.

ACESSE O LINK:

terça-feira, 24 de setembro de 2013


Bugatti vai explorar mercado de moda pensando nas mulheres

Montadora de luxo tem planos de abrir lojas no varejo para vender roupas e 

acessórios feitos sob medida


Famosa por seus carrões de luxo, a Bugatti planeja agora explorar um novo mercado: o de moda. A montadora, que pertence ao grupo Volkswagen, acabou de lançar, na Semana de Moda de Milão, sua primeira coleção de roupas e acessórios, que serão desenvolvidos sob medida para os clientes e a ideia é abrir lojas no varejo exclusivas para vender os novos produtos.
A Bugatti não é pioneira nesse mercado, montadoras como a Ferrari e a Porsche já adotaram muito tempo atrás estratégia semelhante. Para a companhia, no entanto, a diversificação de portfólio tem o objetivo de despertar a atenção de mais consumidores, principalmente as mulheres.
Segundo Wolfgang Schreiber, presidente da Bugatti, a intenção da montadora é criar um mundo cheio de possiblidades em torno da marca. "Nossos produtos estarão no mesmo nível de qualidade que os nossos carros: caros e exclusivos", disse o executivo, em coletiva com a imprensa para apresentar a coleção de moda, na última semana.
De olho nas mulheres
Desde 2009, a Porsche desenvolve coleções de moda voltadas para o público feminino e, atualmente, 30% de seus clientes são mulheres. A concorrente Aston Martin, por exemplo, que tem sua marca relacionada a James Bond tem apenas 10% de consumidores mulheres.
Em recente entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal, Ariane Reinhart, diretora da Bentley, afirmou que a companhia estava lançando uma coleção de bolsas para o público feminino.
Segundo a executiva, hoje, 12% dos clientes das mantoradoras são mulheres e a ideia é dobrar esse percentual nos próximos cinco anos. As bolsas da montadora custam a partir de 5.500 dólares.
Mais diversificação  

Recentemente, a Ford lançou a linha Ford Home Solutions, composta por cerca de 20 itens, entre ferros de passar roupa, cafeteira, forno elétrico e até torradeira.

Segundo a montadora, a iniciativa está alinhada ao plano estratégico global de licenciamento de itens não automotivos e reforça a promessa da marca, pois os produtos criam experiências positivas para os negócios da companhia.